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CERTIFICADO • CERTIFICADO • CERTIFICADO •ISO20000-1
ABNT NBR ISO/IEC 20000-1 · Certificamos esta norma

Gestão de Serviços de TI

A ISO/IEC 20000-1 certifica o sistema de gestão de serviços (SMS): como a organização planeja, entrega, mede e melhora serviços de TI — catálogo, SLAs, incidentes, problemas, mudanças, capacidade e fornecedores. É a via certificável das boas práticas consagradas por ITIL.

Na auditoria

O que é esperado

  • Catálogo de serviços e SLAs acordados com clientes e monitorados;
  • Processos de incidente, requisição, problema e mudança operando com registros;
  • Gestão de capacidade, disponibilidade e continuidade de serviços;
  • Fornecedores e parceiros integrados à cadeia de valor do serviço;
  • Indicadores de desempenho e melhoria contínua do SMS.
Implantação

Dicas úteis para implantar

  • Aproveite a base ITIL existente — a norma dá o arcabouço auditável por cima;
  • Comece pelo catálogo e SLAs dos serviços que geram receita ou risco;
  • Meça o que o cliente sente: disponibilidade e prazo de resolução antes de métricas internas;
  • Controle mudanças com rigor proporcional — é onde nascem os incidentes graves;
  • Integre com 27001: serviços seguros e bem geridos compartilham a mesma disciplina.
Onde se aplica

Segmentos aplicáveis e recomendados

Provedores de TI e MSPs Software houses e SaaS Data centers Áreas internas de TI GovTech Telecom BPO de tecnologia Integradores
Diferenciais

O que sua organização ganha

Clientes públicos

Fornecedores de TI para o governo evidenciam capacidade de entrega com SLAs auditados — diferencial objetivo em contratações regidas pela Lei nº 14.133/2021 e pelas normas de contratação de TI federal (IN SGD/ME nº 94/2022).

Clientes privados

Provedores certificados vendem confiança: SLAs cumpridos e auditados, menos incidentes repetidos e renovação de contratos sustentada por indicadores — argumento decisivo em concorrências de outsourcing.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre a ISO/IEC 20000-1

Já usamos ITIL. O que muda com a certificação?
ITIL descreve boas práticas — cada empresa adota o que quer, do jeito que quer, e ninguém verifica. A 20000-1 transforma essas práticas em sistema auditável: requisitos obrigatórios, evidências de operação, auditoria interna, análise crítica e melhoria contínua, verificados por terceira parte. Para quem já roda ITIL, a implementação é mais curta (o vocabulário e os processos são os mesmos); o que muda é o resultado — um certificado que clientes e licitações reconhecem, em vez de uma autodeclaração de maturidade.
Vale para TI interna?
Sim — e os ganhos vão além da vitrine. Áreas internas certificadas demonstram maturidade ao negócio com SLAs medidos e cumpridos, reduzem incidentes repetidos via gestão de problemas e criam a base para catálogo de serviços e cobrança interna (chargeback). É também um antídoto contra a terceirização mal justificada: uma TI interna com desempenho auditado compara-se de igual para igual com propostas externas — e frequentemente vence.
Precisa de ferramenta ITSM específica?
Não. A auditoria avalia processos operando e resultados medidos — registros de incidentes e mudanças, SLAs monitorados, catálogo atualizado — seja isso numa suíte ITSM de mercado, num sistema próprio ou em ferramentas simples bem disciplinadas. Dito isso, a partir de certo volume uma ferramenta dedicada barateia a evidência (relatórios automáticos, trilhas de aprovação). A ordem certa: primeiro o processo claro, depois a ferramenta que o automatiza — nunca o contrário.
Combina com quais normas?
A 27001 (segurança da informação) e a 22301 (continuidade) são as parceiras naturais: provedores de serviço maduros certificam o trio num sistema único — serviço bem gerido, seguro e resiliente — com auditoria integrada e economia real de dias e custo. A estrutura das normas é a mesma, e vários controles se sobrepõem: gestão de mudanças, fornecedores, incidentes e capacidade servem às três agendas de uma vez.
Quais processos o sistema precisa cobrir?
O SMS cobre o ciclo completo do serviço: catálogo e acordos de nível de serviço (SLA); orçamento e contabilização dos serviços; gestão de demanda e capacidade; incidentes e requisições com prazos; problemas (causas-raiz dos incidentes repetidos); mudanças e liberações controladas; disponibilidade e continuidade; segurança da informação; fornecedores e parceiros na cadeia de valor; e relacionamento com clientes, incluindo reclamações e medição de satisfação. A profundidade é proporcional ao porte — mas nenhum desses elos pode simplesmente não existir.
Como o certificado ajuda em licitações de TI?
Contratações públicas de TIC (IN SGD/ME nº 94/2022 e Lei nº 14.133/2021) giram em torno de níveis mínimos de serviço, gestão contratual por desempenho e qualificação técnica — exatamente o que a 20000-1 estrutura e prova. O certificado serve como evidência objetiva de capacidade de entrega em atestados e habilitações, e a operação certificada cumpre com folga os IMRs (Instrumentos de Medição de Resultado) dos contratos. No privado, o efeito é o mesmo em RFPs de outsourcing: SLAs auditados valem mais que promessas comerciais.

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