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CERTIFICADO • CERTIFICADO • CERTIFICADO •ISO56001
ABNT NBR ISO 56001 · Certificamos esta norma

Gestão da Inovação

A ISO 56001 é a norma certificável de gestão da inovação: estabelece requisitos para que a organização gere valor novo de forma sistemática — estratégia e portfólio de inovação, processos de ideação à escala, cultura, competências, parcerias e propriedade intelectual, com métricas que provam resultado.

Na auditoria

O que é esperado

  • Estratégia e intenção de inovação conectadas à estratégia do negócio;
  • Portfólio de iniciativas equilibrado (incremental × disruptivo) e gerido;
  • Processo de inovação da oportunidade à captura de valor com critérios de decisão;
  • Cultura e competências desenvolvidas, com colaboração externa estruturada;
  • Indicadores de inovação (entrada, processo e resultado) acompanhados pela direção.
Implantação

Dicas úteis para implantar

  • Defina o que é inovação para o seu negócio — foco evita teatro de inovação;
  • Governe o portfólio com critérios de avanço/parada transparentes;
  • Proteja conhecimento cedo: PI e acordos entram no processo, não depois;
  • Meça além de ideias: taxa de conversão e valor capturado;
  • Use a certificação para ancorar parcerias com startups, ICTs e editais de fomento.
Onde se aplica

Segmentos aplicáveis e recomendados

Indústrias em transformação Tecnologia Farmacêutico e healthtech Financeiro Energia Agronegócio Empresas com P&D incentivado Setor público inovador
Diferenciais

O que sua organização ganha

Clientes públicos

Órgãos e estatais estruturam laboratórios e programas de inovação pública com gestão auditável — dialogando com o marco de startups (contratos públicos de inovação) e prestando contas de resultados, não apenas iniciativas.

Clientes privados

Empresas certificadas dão confiança a conselhos e investidores de que o investimento em inovação tem método e métricas — e se fortalecem em incentivos fiscais (Lei do Bem) e parcerias estratégicas.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre a ISO 56001

Inovação não morre com processo?
Processo ruim mata; método bom liberta — e a distinção está no que se disciplina. A 56001 não burocratiza a criatividade: ela disciplina as decisões em volta dela — quais oportunidades explorar, quando avançar ou parar uma iniciativa, como proteger e capturar o valor criado. A experimentação continua livre (e mais segura, porque falhar barato e rápido vira prática aceita, com aprendizado registrado). O que acaba é o ‘teatro de inovação’: hackathons e laboratórios que geram post-its e nenhum resultado, porque nenhuma decisão estruturada os conecta à estratégia.
Somos uma PME. A norma se aplica?
Sim — o sistema é explicitamente proporcional ao porte, e para PMEs o retorno costuma ser rápido em três frentes: credibilidade em parcerias (grandes empresas e ICTs preferem parceiros de inovação com método), acesso a fomento (editais e linhas como Finep e BNDES valorizam gestão de inovação demonstrável) e disciplina interna (o portfólio com critérios de avanço/parada impede que a PME disperse seus recursos escassos em dez apostas mornas). Uma PME não precisa de diretoria de inovação — precisa de foco, processo de decisão e métricas, que é o que a norma estrutura.
O que a auditoria mede?
Evidências de valor criado com método, ponta a ponta: a estratégia e a intenção de inovação conectadas à estratégia do negócio (não um discurso paralelo); o portfólio ativo e equilibrado, com registros das decisões de avançar, pivotar ou encerrar; o processo da oportunidade à captura de valor operando — com experimentos, validações e aprendizados documentados; competências e cultura desenvolvidas (incluindo colaboração externa e propriedade intelectual tratada no tempo certo); e os indicadores de entrada, processo e saída com análise crítica da direção. Ideias no quadro não são evidência; decisões e resultados, sim.
Qual a relação com a Lei do Bem?
Direta e valiosa: o maior risco dos incentivos fiscais de P&D é a glosa por documentação frágil — projetos sem delimitação clara, horas sem apropriação, resultados sem registro. O sistema da 56001 gera naturalmente a trilha que a Lei do Bem exige: projetos com escopo e cronograma, dispêndios apropriados, evidências técnicas de desenvolvimento e resultados documentados. Empresas com gestão de inovação certificada defendem seus incentivos com dossiês robustos — e frequentemente descobrem projetos elegíveis que passavam despercebidos por falta de organização.
Qual a diferença entre a ISO 56002 e a 56001?
A 56002 (2019) é um guia de diretrizes — orienta, mas não impõe nem permite certificação; foi a porta de entrada de muitas empresas na gestão de inovação. A 56001 (2024) é a norma de requisitos: define o que o sistema deve ter e é auditável e certificável por terceira parte. Quem estruturou a gestão pela 56002 tem o caminho encurtado — a arquitetura é a mesma — e agora pode transformar essa maturidade em certificado que conselho, investidores e parceiros reconhecem. É a mesma evolução que a qualidade viveu décadas atrás: de boas práticas a sistema certificado.
Como montar o portfólio de inovação?
Com equilíbrio deliberado e critérios explícitos. O portfólio saudável combina horizontes: melhorias incrementais no negócio atual (retorno próximo), extensões adjacentes (novos mercados ou ofertas a partir de forças existentes) e apostas transformadoras (poucas, baratas na fase de experimento, com potencial de mudar o jogo). Cada iniciativa carrega hipóteses a validar, próxima decisão prevista e critérios de avanço/parada definidos antes — o que despersonaliza o encerramento de projetos (a hipótese falhou, não o líder dela). A direção revisa o conjunto periodicamente, realocando recursos do que estagnou para o que provou tração.

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